O #bmeeting e a saga da mala

Em 23.05.2016   Arquivado em Bandipost

E depois de sete anos de #tweetchats, #msnchats (yes, that old!) e #mailchats – além de no mínimo uns dois anos de planejamento do encontrinho em sí – o Bandilouca Meeting finalmente aconteceu. Eu, Patthy e Luh somos esse grupo maravilhoso chamado carinhosamente de Bandilouca, e na linda sexta-feira 13/05/2016 estávamos todas (menos a Luh, claro, que já estava lá) indo para SP para termos um dos melhores fins de semana da nossa vidinha.

Mas vamos começar do começo, ok? Ok! O que fazer quando você vai viajar sozinha pela primeira vez na sua vida, pra um lugar que você não conhece e vai encontrar com pessoas que nunca viu e fazer passeios que nunca fez e não faz ideia do que levar? Você decide que não vai fazer igual suas amiguinhas e levar uma simples mochila pra viagem, e sim uma maldita mala de rodinhas. Porque claro, você super vai precisar de todos os exageros que você quer levar.

Tudo já começa bem quando você chega no terminal e tem que subir e descer escadas várias vezes porque o ônibus da sua amiga atrasou, e quando ele finalmente chega você acha que seus problemas estão no fim, mas adivinha? Isso é só o começo. Devo dizer que pegar um uber pela primeira vez no terminal não é a coisa mais fácil do mundo. As ruas paralelas confundiram demais a gente, e isso resultou em três pessoas felizes e uma mala andando pra cima e pra baixo nas ruas do terminal pra tentar achar o bendito do uber. Resultado? Tivemos que cancelar o primeiro e só achamos o segundo porque o motorista ligou pra gente e conseguiu explicar onde ele estava (valeu ai, cara!).

Depois de tudo isso chegamos no apartamento bem cansadas, mas com a adrenalina lá em cima porque né, estávamos naquela vibe “it’s real!!!!” e ansiosas pelo dia seguinte, já que conhecemos Luizete somente no sábado. A expectativa seria chegarmos, tomarmos um banho quente (que não rolou de primeira, mas pelo menos depois a Patthy descobriu o ~segredo~ do chuveiro e ele esquentou o suficiente pra não morrermos de frio) e dormirmos. Ai já veio o próximo desafio: Abrir o sofá-cama, já que o encosto não abria de jeito nenhum. Imagine as três assistindo vídeos no youtube do tipo “como abrir um sofá-cama” e falhando mesmo assim. 😁 Por sorte deu pra fazer uma gambiarra e eu dormi muito bem, obrigada, apesar de tudo. (Também né, com o cansaço que eu tava todos os dias era impossível não dormir profundamente, fosse onde fosse).

Já nosso sábado foi marcado por nós andando do apartamento até o parque, finalmente conhecendo Luizete no Ibirapuera lindo ❤️, quase nos perdendo dentro do parque, voltando pra Paulista pra almoçar e conhecendo a casa da rosas, que como a Patthy bem disse, poderia ser chamada de casa dos flocos de neve, porque realmente, eu quase congelei lá. #drama (Aliás, a coisa mais engraçada era que de meia em meia hora eu mudava de opinião sobre eu não ter levado blusa de frio. No calor era uma maravilha não ter que carregar aquilo comigo, mas no frio eu queria chorar. haha)

Ainda no sábado fomos no St. John’s Irish Pub, e o que dizer desse lugar que eu mal conheço e já amo? Nem é exatamente pelo lugar, apesar de ter sido bom, mas estar com essas lindas e poder conhecer também os lindos do Rafa e do Bruno na mesma viagem foi amor demais, gente. A única coisa que eu pediria era pra estarmos menos cansadas pra termos ficado mais por lá, sério! Foi muito pouco tempo pra tantas companhias boas e problematizações de filmes da Disney. Aliás, nunca vou esquecer que a Ana é uma guerreira, viu Bruno? Precisava registrar isso aqui. 😊

Nosso domingo e último dia também foi ótimo, apesar de eu estar num estágio de mal estar andando (não é exagero, juro!) e só pelo hot dog do Black Dog todas as dores valeram a pena, indico demais. Aliás meninas, vocês me fizeram alcançar o record da minha vida: andei simplesmente 26km nesse final de semana, e provavelmente nunca mais passarei esse record porque não vou querer sentir essas dores todas de novo e me sentir uma velha.

Enfim, esse post já ficou muito mais longo do que eu planejava e eu poderia falar sobre muitas coisas, mas vou dar espaço pras amiguinhas, né? Então se vocês querem mais detalhes dessa viagem maravilhosa que fizemos, corram ler nos blog das lindas: Patthy e Luh. Pode ser que nem todos os posts tenham sido liberados até o momento de eu postar, mas eles serão logo, logo. Eu se fosse vocês não perderia!

Encerro aqui agradecendo a companhia maravilhosa de vocês e dizendo que essa viagem pode ser considerada um presente de aniversário adiantado e muito melhor do que eu podia imaginar. E claro que não poderia faltar umas fotos desse encontro maravilhoso, né?

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Acabadas, na luz ótima do apartamento assim que chegamos <3 (O que vale é a emoção que essa foto desperta :B)

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Minha foto favorita da viagem toda, com certeza irá pro meu mural de parede quando eu criar vergonha e atualiza-lo devidamente

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Foto de despedida no domingo (como faz que quero colocar <3 em todas as legendas? haha)

Que venham as nossas próximas aventuras, suas lindas! 😉

Que transborde

Em 03.05.2016   Arquivado em Aleatoriedades

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As vezes o sentimento é tanto que ele transborda. Transborda em choro, em palavras, e você simplesmente não consegue evitar. E você precisa decidir se quer que esse sentimento continue em você, ou se quer criar uma parede pra te proteger de tudo aquilo que ao mesmo tempo que é tão bom, te assusta e te deixa tão vulnerável. Parece mais racional se proteger e não deixar isso tomar conta de você, mas você vai perder tanta coisa.

Estar com alguém é mais do que algum rótulo, é amar da melhor forma que você pode, mesmo quando você não entende ou quando não concorda, é tentar encontrar o outro no meio do caminho e fazer o que pode pra isso dar certo. É estar lá pra dar força quando necessário, e pra rir junto quando está tudo bem. É encorajar o outro a fazer tudo aquilo que você sabe que ele consegue, aprender e ensinar também.

Não é simples, não é garantido e não vai ser perfeito. Você vai ter medo, você vai duvidar as vezes e achar que não consegue fazer isso, mas você vai lembrar do motivo que te fez querer estar lá pra tudo isso, e enquanto ele fizer sentido seu coração vai continuar escolhendo estar ali. Então só confie, e dê tudo de si.

Ouvi e amei: Wide awake, Parachute

Em 26.04.2016   Arquivado em Música

Quem me conhece sabe que eu sou apaixonada pelas músicas da banda Parachute, e eu estava super ansiosa pelo lançamento do álbum novo deles, Wide Awake, que aconteceu no dia 11/03. Então é claro que eu não poderia deixar de compartilhar essa maravilhosidade por aqui, né?

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Eu amei todas, mas Lonely With Me, Jennie e Without You não saem da minha cabeça. Se você já conhece a banda sabe como as músicas dela são um amor, e se você não conhece para de perder tempo e corre escutar!

E claro, me contem nos comentários se vocês amaram tanto quanto eu. ❤️

 

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